domingo, 9 de setembro de 2012

day #5 resumo do dia

Acordámos na praia d'amália, desta vez não pela força do sol, mas da humidade. A enseada abrigada da praia faz com que o sol nasça tarde aqui. A paisagem agreste e intocada, com uma cascata forte e doce descendo a encosta e caindo na areia em direção ao mar fazem deste lugar um sítio quase mágico.
Levantámos campo e fizemos-nos à subida íngreme. Na ideia levava um sítio desconhecido: tamera. Um apelo além surf de uma dica fortuita, mas que não se materializou: the birds will keep on flying toghether...
Chegámos a dirigir-nos um pouco para norte, mas acabámos por retomar a direção Sul. A volta fez com que parássemos novamente na zambujeira e na azenha do mar para abastecimento de água, café e matrecos (com duas mãozinhas do Luís e a companhia da Silvia). Foi também a oportunidade de olharmos as manchetes dos jornais... Aparentemente o país ferve em austeridade, mas tudo isso nos parece longínquo, como um sonho (ou uma realidade) para o qual não queremos acordar. Ainda não, pelo menos...
Mantendo a cadência calma do dia anterior descemos um pouco a costa e, após vermos a praia de odeceixe do lado alentejano da ribeira de seixe, entrámos no algarve.
O caminho algarvio levou-nos ao rogil, aos bolinhos da D. Anabela do pão do rogil. Uma recordação de infância. Esta era uma paragem obrigatória antes de qualquer regresso a Lisboa a partir de terras vincentinas. Foi também no rogil que nos abastecemos de almoço e de jantar (dois belíssimos peixes colocados com zelo na geleira para sobreviver ao nosso dia de praia).
O almoço deu-se na praia da amoreira. E o surf também. O melhor so far. Pessoalmente, ondas adequadas para principiantes... :-)
Depois de um grande dia de praia, prosseguimos para Sul com o objetivo pôr-do-sol na praia em mente. Arrifana foi o local escolhido... E que pôr-do-sol...
Enquanto a noite descia descemos um pouco mais, rumo à telha que, de modo inédito nesta viagem, nos daria guarida e um forno para cozinhar o peixe. Top. :-)
Findo o jantar ainda houve forças (a café diga-se) para irmos a aljezur, gozar o D&B do pont'a pé.
Um dia cheio.

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